- História Clínica: Inicialmente, o terapeuta realiza uma avaliação para entender o histórico do paciente, incluindo experiências passadas e padrões corporais. Essa etapa é crucial para personalizar o tratamento.
- Observação Corporal: Durante a sessão, o terapeuta observa tensões musculares, padrões respiratórios e outros sinais corporais que podem indicar defesas emocionais. Além disso, técnicas de palpação e movimento ajudam a identificar áreas de tensão.
- Exploração e Reprocessamento:
- O cliente foca em eventos ou sentimentos específicos que causam desconforto.
- O terapeuta orienta o cliente a identificar crenças e emoções associadas a essas experiências.
- Técnicas corporais, como exercícios de respiração e movimento, são utilizadas para ajudar a liberar tensões e promover a conscientização.
- Integração e Transformação:
- O objetivo é substituir crenças e padrões negativos por novas formas de percepção e resposta.
- O terapeuta verifica a presença de sensações corporais residuais e auxilia o cliente na integração dessas novas experiências.
- Fechamento e Reavaliação: O fechamento da sessão é seguido por uma reavaliação na próxima sessão. Esse processo visa verificar a integração da memória e a eficácia do tratamento. Com base nas observações, o terapeuta pode ajustar o plano de tratamento conforme necessário.

- Natureza e Complexidade do Problema: Problemas mais complexos geralmente exigem mais tempo para serem tratados de forma eficaz.
- Tempo de Duração dos Sintomas: A duração dos sintomas e sua cronologia influenciam o tempo necessário para o tratamento.
- Rede de Apoio: A presença de uma rede de apoio, como família e amigos, pode impactar o progresso do tratamento.
- Compromisso e Engajamento: O nível de dedicação e participação do cliente também afeta a duração do tratamento.
